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 Apresentação das cartas credenciais de S.Exa. o Embaixador de Portugal no Luxemburgo, António Gamito, a Sua Alteza Real o Grão Duque do Luxemburgo, no dia 21 de novembro de 2018.

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1.O Luxemburgo decretou no dia 24 de junho o fim do Estado de Crise (Emergência) no quadro do combate à propagação do coronavírus. Contudo, um recente surto de Covid-19 por todo o país, considerado oficialmente como a 2ª vaga, levou o Governo do Grão-Ducado a tomar medidas típicas de um confinamento parcial, em vigor até 15 de dezembro próximo, reforçando as restrições de liberdades e as penalizações para pessoas individuais e colectivas que não cumpram a lei. Por outro lado, é obrigatório manter o distanciamento social de dois metros, o uso de máscara em espaços fechados ou abertos onde não se consiga manter o referido distanciamento e a etiqueta da higienização. Dada a fluidez da situação, continua a sugerir-se a consulta ao portal do Governo luxemburguês https://msan.gouvernement.lu/fr/actualites.html 

2. A Luxair, Ryanair, EasyJet e a TAP voam regularmente para Lisboa e Porto, assim como para Faro no período estival. Dada a fluidez da situação sanitária no Luxemburgo, aconselham-se os cidadãos nacionais que desejem deslocar-se a Portugal ou ao Luxemburgo a utilizar preferencialmente o avião, continuando a informar-se previamente nos Conselhos aos Viajantes junto do Portal das Comunidades Portuguesas e das companhias aéreas. Caso optem por utilizar a via ferroviária e rodoviária, os cidadãos nacionais devem também contactar o Portal das Comunidades Portuguesas e as Embaixadas/Consulados dos países que precisem de atravessar para chegar ao seu destino. Adianta-se que apesar da Alemanha, Bélgica e França não terem fechado formalmente as fronteiras com o seu vizinho Luxemburgo exigem certas condições de entrada (como por exemplo, testes, quarentenas ou declarações). Os cidadãos nacionais em trânsito com dificuldades em regressar a território nacional, poderão contactar o Gabinete de Emergência Consular (GEC) do Ministério dos Negócios Estrangeiros, através dos telefones + 351 217 929 714 e +351 961 706 472 e do e-mail gec@mne.pt, que funciona 24 horas por dia durante todo o ano.

3. O Luxemburgo, com a chegada da 2ª vaga do coronavírus, impôs novas restrições em vigor até ao próximo dia 15 de Dezembro, a saber: i) imposição do recolher obrigatório entre as 23h e as 6h (é proibido andar na rua sem justificação nesse período); ii) uso obrigatório de máscara e de distanciamento social de dois metros em todos os espaços fechados de utilização pública (exemplos: comércios e supermercados), assim como no exterior quando não for assegurado o referido espaçamento; iii) em todas as reuniões públicas ou privadas, no interior ou exterior, com 4 ou mais pessoas, os seus participantes têm que usar obrigatoriamente máscara e manter o distanciamento social de dois metros; iv) apenas um máximo de 2 pessoas, para além dos seus habitantes, é autorizado a permanecer em casas particulares, devendo ali salvaguardar o distanciamento social e utilizar máscara nas deslocações no seu interior; v) cafés, bares e restaurantes, assim como cinemas e teatros foram encerrados; vi) são autorizadas visitas a museus, bibliotecas, arquivos e galerias de arte no cumprimento dos gestos barreira; vii) as actividades desportivas em recintos fechados foram proibidas; ao ar livre aceitam-se apenas grupos de 4 pessoas; as actividades profissionais são permitidas, mas sem público; viii) as concentrações com mais de 10 e até 100 pessoas, no interior ou exterior, passam a ser proibidas, com as seguintes excepções: liberdade de manifestação;  realização de mercados semanais; funerais e missas, mas desde que as pessoas estejam sentadas e utilizem máscaras e cumpram o distanciamento social de dois metros.

4. As pessoas com testes positivos têm a obrigação de informar as autoridades sanitárias (linha de saúde + 352 24 76 55 33 e, em situações de emergência, o 112) do seu estado de saúde e isolar-se por um período de 10 dias a partir do inicio dos sintomas, ficando em casa, não sendo autorizadas a sair.Após o período de isolamento a pessoa pode retomar as suas actividades sem que tenha que fazer obrigatoriamente um novo teste. A pessoa infectada deve ainda informar as autoridades de saúde das pessoas com quem contactou nas 48h prévias ao teste ou ao aparecimento dos primeiros sintomas através do formulário online https://covid19.public.lu/fr/personne-contact-poisitive.html.  As pessoas que tiveram contacto (mais de 15 minutos) com uma pessoa infectada serão colocadas em quarentena, devendo ficar em casa durante 7 dias, devendo preencher o referido formulário para receber uma receita médica a fim de serem testadas ao 6º dia. Tanto o desrespeito do isolamento como o da quarentena são punidos com multas que podem chegar aos 500 Euros. O confinamento torna-se obrigatório caso a pessoa infectada não cumpra voluntariamente ou viole as regras referidas. Recorda-se que as autoridades portuguesas, em caso de se confirmar a infecção por coronavírus de um cidadão português no Luxemburgo, não poderão interferir nas medidas de saúde pública adoptadas por este país para controlar a propagação do Covid-19. Perante a fluidez da situação de saúde pública no Luxemburgo, estas autoridades sanitárias poderão adoptar a todo o tempo e sem pré-aviso outras medidas, pelo que se recomenda a consulta ao portal do Ministério da Saúde  https://msan.gouvernement.lu/fr/actualites.html

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“Zé Pedro Rock’n’Roll”, “Variações” e “Parque Mayer” são três dos sete filmes que integram o 11° Festival de Cinema Português, no Luxemburgo, de 13 a 21 de Novembro de 2020.

O certame, a maior mostra do cinema ‘made in Portugal’ exibida no Grão-Ducado, é organizado pela Embaixada de Portugal e o Centro Cultural Português – Camões, em parceria com a Cinemateca e o Kinepolis, e em colaboração com o Bom Dia.

O festival de cinema decorrerá na Cinemateca (à excepção da sessão inaugural, no Kinepolis – Kirchberg (45, Avenue J. F. Kennedy – L – 1855 Luxembourg), mantendo o formato iniciado em 2017: este ano serão projectados 7 filmes em sessões únicas.

“A programação diversificada desta edição integra diferentes formatos e géneros cinematográficos que vão da longa metragem de ficção ao documentário”, refere um comunicado da organização.

O Festival abre no dia 13 de novembro, no Kinepolis – Kirchberg, com o filme “Variações”, de João Maia, filme português de 2019, do género drama biográfico, baseado na vida do cantor português António Variações. 

 

Outros filmes em exibição Cinemateca do Luxemburgo (17 Place du Théâtre, 2613 Luxembourg) no âmbito do festival:

 

Sábado, 14/11 às 18h30

O Amor é Lindo…porque sim! Portugal 2016 | v.o.l.fr. | 95’ | c | De : Vivente Alves do Ó | Com : Inês Patrício, João Maria, Carolina Serrão 

 

Domingo, 15/ 11 às 20h00

A Portuguesa Portugal 2018 | v.o.l.fr. | 136’ | c | De : Rita Azevedo Gomes | Avec : Clara Riedenstein, Marcello Urgeghe, Ingrid Caven ► Mar del Plata Film Festival, Berlin International Film Festival 

 

Terça-feira , 17/11 às 20h30

Parque Mayer Portugal 2018 | v.o.l.in.  | 134’ | c | De : António-Pedro Vasconcelos | Com: Francisco Froes, Daniela Melchior, Diogo Morgado ► Prémio Sophia – Melhor Realização, Academia Portuguesa de Cinema 

 

Quarta-feira, 18/11 às 18h00

Zé Pedro Rock’n Roll Portugal 2019 | v.o.l.in. | 110’ | c | Documentário de: Diogo Varela Silva | Com : Henrique Amaro, Jorge Barata, Dony Bettencourt ► Prémio do Público – Doclisboa International Film Festival 

 

Sexta-feira , 20/11 às 20h30

Cabaret Maxime Portugal 2018 | v.o. inglês legendas em port | 94’ | c | De : Bruno de Almeida | Com : Michael Imperioli, Ana Padrão, David Proval 

 

Sábado, 21/11 às 18h30

O nosso Cônsul em Havana Portugal 2019 |  v.o.l.in.  | 109′ | c | De : Francisco Manso | Com : Elmano Sancho, Mafalda Banquart, Rodrigo Santos 

 

No âmbito do 175º aniversário do nascimento de Eça de Queirós, celebrado este ano, será projectado no dia 20 de novembro de manhã, o filme O Nosso Cônsul em Havana, numa sessão suplementar, organizada pelo leitorado, exclusivamente, dado contexto sanitário, para os alunos de “Cultura Portuguesa I” da Licenciatura em Culturas Europeias da Universidade do Luxemburgo.

Programa completo AQUI.

NOTA IMPORTANTE: Devido às restrições em vigor por causa da pandemia do Covid19, os bilhetes devem ser previamente reservados (www.luxembourg-ticket.lu). APENAS AS PESSOAS DO MESMO AGREGADO FAMILIAR PODEM FICAR JUNTAS. A limitação da sala é limitada, sob respeito das medidas sanitárias em vigor. USO DE MÁSCARA OBRIGATÓRIO (pode ser retirada quando o espectador estiver sentado no seu lugar).

(Notícia do LUX24)

Conhecidos como os “Óscares do turismo”, os World Travel Awards são atribuídos pelos profissionais do setor e a cerimónia em que são divulgados foi este ano substituída por um formato virtual, devido à pandemia de covid-19.

Da extensa lista de prémios Portugal arrecadou 21, entre eles a cidade do Porto, com o galardão de Melhor Destino ‘City Break’ da Europa, e Lisboa eleita como o Melhor Destino Europeu de Cruzeiros.

O Algarve voltou a ser o Melhor Destino de Praia da Europa e os Açores foram distinguidos como o Melhor Destino de Turismo de Aventura.

“É com particular orgulho que recebemos este prémio, neste ano atípico”, disse a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, num comunicado divulgado pelo Ministério da Economia e Transição Digital.

A secretária de Estado do Turismo acrescentou: “É mais uma prova da confiança internacional no nosso destino e um reconhecimento de que os atributos de Portugal permanecem intactos e prontos a ser descobertos por todos quantos nos desejam visitar, sempre respeitando as regras definidas pelas autoridades”.

Para Rita Marques, “saúde, proteção e confiança são sinónimos inquestionáveis da oferta turística nacional”.

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É um privilégio associar-me às comemorações dos 75 anos da Organização das Nações Unidas (ONU), com quem tive a honra de trabalhar por diversas vezes ao longo da minha carreira:

- De 1994 a 1998, em Nova Iorque, onde representei Portugal na 4ª Comissão Política e Especial de Descolonização (cujo trabalho levou à independência de inúmeros territórios não autónomos, como Timor-Leste, que exerceram o seu direito à autodeterminação e são hoje países membros de pleno direito da ONU), onde colaborei na eleição do Prof. Freitas do Amaral como Presidente da 50ª Assembleia Geral das Nações Unidas, então comemorada com um concerto lusófono na respectiva sala de trabalhos, e onde participei na eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas para o biénio 1997/1998, tendo ali sido responsável pelo Magrebe, Médio Oriente e Golfo e Timor Leste;

- Em 1999, em Dili, depois das negociações entre Portugal e a Indonésia sobre Timor-Leste  sob os auspícios do Secretário Geral das Nações Unidas, onde participei, terem determinado a realização de um referendo, no qual os timorenses optaram pela independência;

- Em 2003, no Iraque, onde trabalhei, representando Portugal, com a Missão da ONU chefiada por Sérgio Vieira de Mello.

Como se verifica, sou verdadeiramente um entusiasta “onusiano” e multilateralista.

Entendo que sem a ONU e a sua Carta, que continua actual, no centro das transformações que alteraram e continuam a mudar o Mundo, quer nos desafios “tradicionais“ como o subdesenvolvimento, as questões nuclear, química e biológica, o terrorismo, a regulação do comércio internacional, a protecção do Direito Internacional e em particular dos Direitos Humanos, a que se somam desde há algum tempo a consciência de outras ameaças como as alterações climáticas, as pandemias, o regresso às “zonas de influência” e a cibersegurança, exacerbadas pelos efeitos nefastos da globalização, todas estas questões não encontrarão uma solução satisfatória.

É assim, no seu quadro multilateral insubstituível, nomeadamente no âmbito dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, que deve ser respeitado voluntariamente e admirado pelo trabalho já realizado, que todos os seus Estados–membros e grupos regionais devem colaborar de forma equilibrada e solidária, com vista a salvar o planeta de ameaças que afectam o devir da própria Humanidade. Isto só se pode fazer se nos unirmos sem hesitações em torno do que nos associa, deixando cair divisões egoístas que aprofundam os nossos problemas e atrasam a sua resolução.

Temos assim que acreditar na capacidade e competências instaladas da Organização, nos seus funcionários, designadamente dos que estão no terreno, e na visão dos seus líderes, em particular do seu Secretário-Geral, Engª António Guterres, que nos querem ajudar, se o deixarmos, a moldar o futuro para preservar a Humanidade.

Luxemburgo, 24 de Outubro de 2020

António Gamito

Embaixador de Portugal no Luxemburgo

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L – 1940 Luxembourg

+352 46 61 90 – 1
luxemburgo@mne.pt (Embaixada)
pensoes.luxemburgo@mne.pt

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